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Espiral Editora
Capa de O Rei do Mundo

O Rei do Mundo

René Guénon

A perda da condição divina que conduziu o Homem ao estado de afastamento com Deus, é uma ideia perene nas diversas mitologias e tradições religiosas da história. Contudo, são as mesmas tradições que aferem que esse Paradhesa, Pardes ou vulgarmente conhecido como Paraíso Terreal, não existindo no espaço, não está totalmente perdido no tempo, nem para a Humanidade. O conhecimento sagrado afere que existe numa outra dimensão que não sendo perceptível ao mais imediato dos sentidos, é possível de ser encontrado no âmago oculto da Eternidade. Desde a Shamballa das tradições trans-himalaias, o Amenti no Antigo Egipto , o Devakan na Índia, os Campos Elísios na Grécia, ou o Reino do Preste João no ocidente cristão, expressam uma realidade subterrânea como veículo espiritual de religação ao Centro Supremo do Mundo. René Guénon, detalha com a sua erudição e escrutínio característico a Tradição do Rei do Mundo (ou Tradição Primordial), conhecida sob a designação de Melquisedeque e análoga à Agharta oriental, nas suas funções de Autoridade Espiritual e Poder Temporal, expressas na Terra como manifestação real de Deus, Centro Espiritual Maior ou Omphalos do Mundo, e meio subsistente e de resguardo da luz divina no actual período de obscurecimento espiritual da Humanidade, a Kali-Yuga.

ISBN
A atribuir
Páginas
200
Formato
Brochura
Publicação
1 de janeiro de 2019
Preço
19,00 €
Disponibilidade
Disponível

Sinopse completa

A perda da condição divina que conduziu o Homem ao estado de afastamento com Deus, é uma ideia perene nas diversas mitologias e tradições religiosas da história. Contudo, são as mesmas tradições que aferem que esse Paradhesa, Pardes ou vulgarmente conhecido como Paraíso Terreal, não existindo no espaço, não está totalmente perdido no tempo, nem para a Humanidade. O conhecimento sagrado afere que existe numa outra dimensão que não sendo perceptível ao mais imediato dos sentidos, é possível de ser encontrado no âmago oculto da Eternidade. Desde a Shamballa das tradições trans-himalaias, o Amenti no Antigo Egipto , o Devakan na Índia, os Campos Elísios na Grécia, ou o Reino do Preste João no ocidente cristão, expressam uma realidade subterrânea como veículo espiritual de religação ao Centro Supremo do Mundo. René Guénon, detalha com a sua erudição e escrutínio característico a Tradição do Rei do Mundo (ou Tradição Primordial), conhecida sob a designação de Melquisedeque e análoga à Agharta oriental, nas suas funções de Autoridade Espiritual e Poder Temporal, expressas na Terra como manifestação real de Deus, Centro Espiritual Maior ou Omphalos do Mundo, e meio subsistente e de resguardo da luz divina no actual período de obscurecimento espiritual da Humanidade, a Kali-Yuga.